quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Você consegue viver sem drogas legais?

Como Pedro descobriu que tinha se tornado uma “máquina humana” – ou um “bombado psíquico”. E como sua história fala do nosso tempo e de muitos de nós



http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2011/12/voce-consegue-viver-sem-drogas-legais.html

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Manifesto Cracker: Por Trás do Lado Negro da Força!

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Muitos consideram os crackers antagonistas dos hackers, sendo os hackers os mocinhos e os crackers os vilões, o que é uma tremenda injustiça, regada a muitos preconceitos e interesses pessoais e comerciais, pois os crackers nada mais são do que os libertadores dos softwares oprimidos pelas megacorporações e até mesmo por seus próprios criadores em uma sociedade onde o lucro e a individualidade reinam de forma aparentemente inabalável...

=> O que eles acham que fazemos e o que realmente fazemos:

Com toda essa carga preconceituosa envolvida no termo cracker, acaba sendo até natural que a maioria pense que os crackers cometam toda sorte de crimes digitais, como invasão de sistemas, roubo de dados pessoais, quebra da privacidade individual, pichação em sites, roubo de dados bancários, como números de cartões e invasão de contas, entre tantas outras coisas que não são feitas por crackers...

O que os crackers realmente fazem é cracking, ou seja, quebram as proteções dos softwares com direitos autorais e propriedade intelectual, conceitos que serão atacados mais abaixo, visando tornar tal software livremente disponível para todos, com qualquer finalidade que assim o queiram, ou seja, obrigam um software proprietário a ter uma ou mais liberdades de software livre, a revelia de seu desenvolvedor, seja ele pessoa física ou empresa privada, bem como fazem engenharia reversa em softwares fechados, libertando suas especificações da prisão binária e tornando-as disponíveis para uso livre...

Também é trabalho dos crackers o desenvolvimento de MODchips (chips de modificação de hardware) para passar por cima de proteções, como a DRM, em consoles de videogame, players multimídia, dentre outros meios de entretenimento que estão sujeitos a exigências de propriedade intelectual, conceito este que não reconhecemos como válido, e que, portanto, deve ser eliminado de tais equipamentos através de MODchips ou tecnologia similar...

A pirataria, que chamamos de livre compartilhamento de dados, e será abordada em um capítulo à parte, dada sua vital importância, também é trabalho dos crackers, com seus fóruns de warez, uploads, torrents e o santo The Pirate Bay nosso que cada dia nos dai hoje sua mais recente possibilidade de usufruto de softwares e entretenimento multimídia...

Obs.: Eu, particularmente, considero jailbreaks e roots em celulares, smartphone e tablets um trabalho cracker, porém muita gente considera um trabalho hacker, então não citarei tal trabalho oficialmente neste manifesto como sendo mérito dos crackers, embora eu considere que é sim!

= O porquê da importância de ser fazer cracking:

Quando você desenvolve algo lógico, e não físico, não está verdadeiramente criando nada, está apenas agrupando ideias já existentes em uma lista ordenada, seguindo regras já previamente estabelecidas, porém o faz seguindo sua lógica de raciocínio, que é a única coisa que você agrupou ao todo já existente, portanto não há a verdadeira criação, o que há é o uso de toda a informação formada pela sociedade ao longo de milhares de anos, que influencia você a agrupar zeros e uns de uma determinada e específica forma, adicionando apenas a sua camada de interpretação das informações existentes a sua "criação"...

Seguindo este raciocínio, fica fácil entender que você tem por obrigação colaborar com a sociedade como um todo, com a aldeia global em que vivemos, com a coletividade, com a comunidade mundial de pessoas que o cerca, enfim, com a humanidade, e que sua "criação" nunca será 100% sua, pois foi influenciada pelo meio externo em que vive, portanto sua obrigação é disponibilizar sua contribuição nessa sopa de conhecimento coletivo para todos...

Como muitos não entendem este conceito, o papel do cracker é obrigar que assim o seja, impondo esse pensamento a todos, obrigando-os a aceitar que dessa forma o é, e para tal, são obrigados a libertar o software do cativeiro imposto pelo seu próprio dono, fazendo com que ele esteja disponível para todos, independente das consequências que isso vier a acarretar, portanto o cracking é o instrumento usado para devolver ao coletivo o que a ele pertence, ou seja, a informação contida no código de um software, bem como seu irrestrito uso...

=> E isto é uma questão ideológica, sim senhor:

A ideologia presente no cracking é a mesma presente na legalização da maconha, ou seja, tráfico de drogas é ilegal, quebra de direitos autorais é ilegal, porém quem fuma maconha não é um criminoso, da mesma forma que quem faz uso de crack (de software!) também não é, mas o traficante é um criminoso por vender maconha, embora se ela vier a ser legalizada ele não passará mais a sê-lo, da mesma forma que um cracker é um criminoso por desenvolver o crack (o meio pelo qual há a quebra de direitos autorais), porém se as leis de direitos autorais mudarem ele passará a não mais sê-lo...

Ou seja, defender o cracking e o cracker está na mesma linha de raciocínio ideológico que defender a maconha e seu traficante, algo, obviamente, deveras controverso, porém não ilegal, haja visto que é direito de todo cidadão lutar pela mudança das leis que julga estarem erradas, lutar pela mudança de paradigmas que entende por incorretos em nossa sociedade, nem que seja através da Marcha da Maconha, e, se depender de mim, da Marcha do Crack (De Software!)...

O preconceito contra o cracker está enraizado no viés capitalista de nossa sociedade, bem como no desejo individualista de posse e de propriedade privada, em contraste com o conceito anarco-comunista, conceito este defendido por mim, que prega que tudo é de todos, que não existe propriedade privada, nem propriedade do governo, mas sim existe propriedade da humanidade, do povo...

=> Não há nada mais importante na Internet do que a pirataria:

A pirataria é a mãe da Web, desde os primórdios é o elo anarquista fundamental na luta contra o sistema capitalista digital, aquele que apreende o software (e o conhecimento contido nele), tendo sempre o dever de libertar tal conhecimento, deixá-lo ao alcance de todos, ricos, pobres, ateus, católicos, negros, brancos, gays, héteros, enfim, a pirataria sempre foi para todos, sempre pluralizou algo elitizado pelas megacorporações, sempre disponibilizou o indisponível, sempre gerou o banco de dados da Web com a disponibilização de softwares, games, músicas, séries, filmes, artigos acadêmicos, livros, etc., sem ela a Web não seria o que é hoje, com tudo, para todos...

Pirataria não é roubo, não retira nada do seu suposto dono, nada é tirado de ninguém, ninguém perde informação, nem dados, com isso, ao contrário, pirataria é clonagem, é cópia, é xerox, pois se você tem um software, um filme, um jogo, etc., e eu o copio e aplico um crack ao mesmo, eu terei o mesmo software, filme, jogo, etc., que você, que por sua vez continuará o tendo, ou seja, de uma informação fazemos duas informações iguais e todos ficamos felizes ao ter acesso aquela informação, é uma transação ganha-ganha, onde ninguém perde nada...

Claro, vão argumentar que perdem dinheiro com a pirataria... Pura balela! Não sabe brincar, não desce pro play, fica no apartamento! Se você é o "autor" de algo, já deveria saber que sua "obra" estará disponível para todos, quer queira, quer não, e ao invés de se importar com isso e ficar de "mimimi", deveria achar outros meios para ganhar dinheiro, por exemplo, ao invés dos músicos venderem CDs, podem fazer shows, filmes e séries podem ser pagos pelos anunciantes através de propagandas (isso funciona muito bem na TV Aberta), jogos também podem ser pagos com publicidade, e assim vai...

Quem perde com a pirataria são os capitalistas selvagens, que fazem de tudo para aumentar o seu capital, até as mais inescrupulosas barbáries, e os elitistas egocêntricos do software livre, que acham que somos concorrentes deles, quando na verdade é o contrário, conceito este que eu explico em outro capítulo à parte, dedicado especialmente ao assunto...

=> Não faça crack, use software livre (ou use software open source)... Bah! ¬¬:

Muitos "xiitas" (mais do que eu sou), defensores ferrenhos do software livre como a salvação para a humanidade em meios digitais, defendem que não se deve fazer pirataria, não se deve fazer cracking, que se deve usar apenas software livre e assim todos irão para o céu com suas 72 virgens... (Só que não!)

O que eles custam a entender em suas cabeças mais duras que adamantium é que não se tem condições técnicas e viáveis para termos um mundo ideal, o qual, neste mundo ideal, concordamos que deveria haver apenas software livre, mas como o mundo ideal é uma utopia, no mundo real as pessoas não aceitam muito bem a ideia de usar apenas software livre, e o porquê disto acontecer é simples, embora fuja do escopo deste manifesto, sabemos que trata-se da qualidade técnica inferior do mesmo em comparação com o software proprietário, em muitos casos, embora não em todos...

De qualquer forma, voltando ao mundo prático e real, na prática e realidade, o que ocorre é que a pirataria, e consequentemente o cracking, é necessário para que possamos forçar ao menos algumas liberdades do software livre em todos os softwares não-livres, como, por exemplo, a liberdade de usar o software de forma irrestrita, a liberdade de ver o código fonte do software, ou mesmo de ver apenas os padrões de um determinado conceito utilizado no mesmo, no caso da engenharia reversa, o que é melhor do que nada, em todos os sentidos...

Ter uma liberdade é melhor do que não ter nenhuma, libertar partes de um software é melhor do que não libertar nada, forçar ao menos o direito ao uso completo do software proprietário é melhor do que não ter nem esse direito, e, em muitos casos, é necessário quando não se tem uma solução em software livre a altura para poder substituir o software proprietário completamente, sem tirar o direito a funcionalidade, ao user friendly, ao uso de padrões de fato impostos a nossa sociedade, etc...

Os padrões a que me refiro acima são simples e comuns, como o .mp3, o .pdf e o .doc, só para citar estes três exemplos, todos formatos proprietários, mas que são o padrão imposto vigente a todos, e não adianta fugir deles, você não conseguirá! Resta-nos quebrar tais padrões, ignorar as licenças dos mesmos e utilizá-los como sendo um patrimônio da humanidade, da forma como bem entendermos que devam ser utilizados, e que assim seja...

=> Gran finale (or not):

Por hoje é só, pessoal, mas algum dia estarei novamente, digitando uma segunda (ou terceira, quarta, quinta, etc.) parte deste manifesto, sempre que se fizer necessário esclarecer o ponto de vista dos crackers, os defender, entender suas ideologias e pensamentos, entender seus pontos de vista e argumentos, e os acolher como heróis anarquistas contra o sistema dos porcos capitalistas!

Ficou ofendidinho e quer me processar? Não sou um anônimo, não me escondo atrás da máscara do católico Guy Fawkes (eita modinha capitalista essa, os chineses ficaram ricos vendendo essas máscaras de plástico xing-ling), meu nome é Igor Isaias Banlian, sou ateu e cético militante, anarco-comunista, defensor e ativista do Projeto Venus, futurologista amador, cientista amador, apreciador de verdades em teorias da conspiração, conspirador contra o capitalismo, e autointitulado técnico em eletrônica e microcomputadores, além de gamer, pirata (e quem sabe um dia político pelo Partido Pirata do Brasil), kopimista (da santa igreja do Kopimismo, onde o deus Ctrl-C Ctrl-V sempre será louvado e glorificado) e simpatizante aspirante a cracker, além, é claro, de ser um completo maluco anormal, mas nisso há controvérsias, hehehe! //troll++

Atenciosamente,
Igor Isaias Banlian

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

QUE PAPA QUE NADA! VIVA AS PAPISAS!

 (criação-criatura do movimento dos trabalhadores precários: http://cartomanzia.precaria.org/index-eng.html). GRÁVIDA DE DESEJOS, com preservativo e vibrador na mão, a PAPISA defende todas as formas de amor e, sobretudo, o direito ao tempo de amar e cuidar do outro. Talvez O DIREITO AO TEMPO seja o desejo mais radical de todos os tempo…

trilhas que marcaram nossa psique =)




00:00 Happy Whistler
00:39 Busybodies
01:04
01:54 On the go
02:27 Puff Along
02:55 Walking The Dog
03:45 Coloured Candles
04:12 In a hurry
04:45 Tenderness
05:03 By The River
05:30 Mum - John Charles fiddy
05:58 Playing With Toys
06:23 Running Away
06:50 The Elephants Pinks on Parade
07:28
08:08 Skipping
08:25 Time For Bed - John Charles fiddy
08:49 Instrumental Tchuin Tchuin Tchunclain
09:45 Instrumental Barulhos da cidade
10:26 Instrumental Conto de fadas

Balança quebrada

"Se um correntista tivesse depositado R$ 100,00 (Cem Reais) na poupança em qualquer banco, dia 1º de julho de 1994 (data de lançamento do Real), teria hoje na conta R$ 374,00 (Trezentos e Setenta e Quatro Reais). Se esse mesmo correntista tivesse sacado R$ 100,00 (Cem Reais) no Cheque Especial, na mesma data, teria hoje uma dívida de R$139.259,00 (Cento e Trinta e Nove Mil e Duzentos Cinquenta e Nove Reais) no mesmo banco"

Novos modelos de generosidade

Entramos num pequeno café com um amigo meu e fizemos o nosso pedido. Enquanto estamos a aproximar-nos da nossa mesa duas pessoas chegam e vão para o balcão:
- "Cinco cafés, por favor. Dois deles para nós e três suspensos."
Eles pagaram a sua conta, pegaram em dois e saíram.
Perguntei ao meu amigo:
- "O que são esses cafés suspensos?"
O meu amigo respondeu-me:
- "Espera e vais ver."

Algumas pessoas mais entraram. Duas meninas pediram um café cada, pagaram e foram embora. A ordem seguinte foi para sete cafés e foi feita por três advogados - três para eles e quatro "suspensos". Enquanto eu ainda me pergunto qual é o significado dos "suspensos" eles saem. De repente, um homem vestido com roupas gastas que parece um mendigo chega na porta e pede cordialmente:
- "Você tem um café suspenso?"
Resumindo, as pessoas pagam com antecedência um café que servirá para quem não pode pagar uma bebida quente. Esta tradição começou em Nápoles, mas espalhou-se por todo o mundo e em alguns lugares é possível encomendar não só cafés "suspensos" mas também uma sandes ou refeição inteira.
Partilhem no sentido de divulgar esta ideia.
 
 

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Auroville: Ecovila que virou cidade na Índia:

Mirra Alfassa ou 'A Mãe' fundou a "Cidade do Amanhecer 'em Viluppuram em 1968. Seu trabalho no município experimental promoveu um desenvolvimento harmonioso estilo de vida para todos os que lá vivem.
O município Auroville no sul da Índia é o lar de 2.000 pessoas de todas as todo o mundo. "Estou à beira de uma nova percepção de vida, como se certos partes da consciência foram mutação do estado de larva e Estado borboleta ... "diz Alfassa. O objetivo foi realizar a unidade humana e é hoje reconhecido como o primeiro e único internacionalmente reconhecido experiência que ainda está em curso neste domínio. 


http://yoututube.com/auroville

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Concurso Cultural Gambiarras Tecnológicas

http://gambiartedesign.wordpress.com
Acessórios feitos com peças de computador? Antena feita com pvc? Carrinhos mp3 com tv que vendem café? Teclado que virou telefone? Celular-vaso de flores? Monitor casa-de-cachorro? CD decorando árvores?
As inscrições para o Concurso Gambiarras Tecnológicas vão até o dia 24 de maio. O objetivo é divulgar a criatividade de pessoas que utilizam e fazem arte a partir de peças de computador e de outros aparatos tecnológicos que seriam descartados, ou que sejam reutilizados de maneira criativa. Valem as reapropriaçoes e os novos usos das tecnologias para algum outro fim.
A inscrição é gratuita. Basta enviar a foto com o nome e o local onde foi feita para o gambiartedesign@gmail.com.A comissão irá avaliar as fotos e as Gambiarras e os três primeiros lugares ganharam prêmios especiais. Os candidatos podem participar com quantas fotos quiserem.
Fotografem as gambiarras pelas ruas!
Envie fotos de Gambiarras Tecnológicas pra gente! As fotos escolhidas estarão em nossa galeria no site Flickr. Participe!
E-mail: gambiartedesign@gmail.com

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Festas Inteligentes

Em dezembro de 2010 conversando com amigos do centro acadêmico da Psicologia da UFRGS, no Sítio da Amizade, surgiu a ideia de criarmos um núcleo de pesquisação sobre o tema Festas Inteligentes.
Agora o grupo está iniciando com integrantes do Centro Acadêmico da Psicologia da UFRGS que em breve será integrado ao IA/UFRGS.

Uma das primeiras relações de modelos de festas inteligentes está abaixo:

 fEstA dA bIODiverSIDdade acontece em PoA desde 2007:

tem fotos aqui:

Essa festa chama a atenção  e tenta promover a Biodiversidade abrindo bancas que podem ser alugadas por qualquer pessoa que queira expor seu trampo, sua proposta interativa ou seu meio de comunicação (como uma rádio poste por exemplo) pra fazer uma festa auto-gestionada, inteligente e participativa em local público, no caso o Largo do mercado público...


Já na CEU/UFRGS rolou a festa Pirateada que foi um manifesto criativo contra as "festas palhas" que só tocam jabá:
Foi uma ação pró-cultura para melhoria de repertório musical em festas na CEU e estratégia de comunicação pra falar do ataque contra a banca de frutas da esquina:
Algumas músicas tocadas na festa pirateada estão no blog para que as pessoas possam estudar e descobrir mais sons das bandas selecionadas a partir de pesquisas no youtube.
Além disso tem um tutorial estimulando o P2P:
Para que as pessoas troquem seus acervos e assim fomentem um enriquecimento cultural e político via web.


Na Comunidade Autônoma Utopia e Luta rolou a "Outra Festa":
Festa auto gestionada por movimentos e coletivos de PoA como manifesto pacífico relacionado a algumas badeiras, tais como: o impacto da COPA nas comunidades pobres, a diversidade e valorização do povo negro, a economia solidária, a educação pública e de qualidade e a liberdade de expressão, entre outras...

Outros exemplos são a Festa da Jussara e as Festas do Casarinho que não participei e não achei dados na web ainda mas são festas que promovem a preservação do palmito que está em extinção trocando o consumo do caule da planta onde está o palmito e consumindo então a parte da planta que fica perto das folhas onde tem uma polpa roxa quase igual ao açaí, tendo no sabor quando na aparência sendo consumido então como o Açaí Jussara, intensamente nutritivo.

As festas do Casarinho são feitas pela mesma galera que promove o uso do Açaí Jussara e o Casarinho é uma cooperativa que envolve várias paradas como gestão de uma casa, de uma rede de alimentação a base de agricultura familiar e festas roots...


Na sequência vou publicar um projeto que no fim não rolou de festa educativa relacionada à redução de danos em Ocupações.

Continua em um próximo post...

liss



sexta-feira, 1 de abril de 2011

CRIMETHINC NO RIO - 30/04 e 01/05

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: CASA Espaço Auto-Gerido <espacocasarj@gmail.com>

Crimethinc. é um coletivo que surgiu nos EUA em meados dos anos 90 com a
ideia de divulgar ideias e táticas para construir um mundo mais livre e
divertido. Seu primeiro livro Dias de Guerra, Noites de Amor, de 2000, foi
um grande marco no meio das ideias e movimentos anárquicos de todo o mundo e
uma das obras mais importantes produzidas por anarquistas nessa virada de
século.

A obra acaba de ser traduzida para o português pela editora Deriva e nesse
ano de 2011 o Você Tem Que Desistir, coletivo de São Paulo, traz membrxs da
Crimethinc. para uma pequena tour pelo Brasil onde elxs apresentarão mais de
uma dezena de atividades diferentes, entre oficinas, palestras e outras
apresentações. Nessa minitour, a CrimethInc passa pelo Rio nos dias 30/04 e
01/05, com eventos no Espaço CASA e no Outro Espaço.

Para saber mais sobre a Crimethinc.:
www.crimethinc.com

Para saber mais sobre a tour:
http://vocetemquedesistir.org/

Para saber mais sobre a CASA:
http://casa-rio.blogspot.com

quinta-feira, 17 de março de 2011

Lançamento do livro Rádio Pipa pela Editora Educadora Ecoaecoa


CapalivroNa Comunidade Autônoma "UTOPIA e LUTA" em Porto Alegre/ RS, no dia 18/12/2011 ocorreu "A Outra Festa".
Um lugar de trocas, onde os coletivos e pessoas da sociedade que estavam presentes puderam mostrar seus trabalhos, trazendo suas inquietudes, protestando e dialogando de uma forma criativa e colaborativa, questões como a Copa do Mundo no Brasil, rádios livres, o teatro como instrumento de discussão e transformação social, a música, a cultura popular, produção literária autônoma e educativa e muito mais.
Em meio a toda essa efevercência cultural pulsando em plena escadaria da Avenida Borges de Medeiros, mais uma vez a Editora Educadora Ecoaecoa lança mais um de seus livros autorais, Rádio Pipa, que é fruto de uma ação social e política no aterro sanitário "Jardim Gramacho" em Duque de Caxias /RJ.
 Rádio Pipa dá início a série RPG Comunativo, que se trata de um jogo de interpretação de papéis elaborado pela Editora Educadora Ecoaecoa como didática para produz coletivamente com crianças e jovens nativos de periferias contos e poesias baseados na realidade desses lugares onde esses escritores têm como trama a possibilidade de transformar sua comunidade num lugar melhor. 
O livro "Rádio Pipa" foi escrito com os filhos dos catadores do maior lixão do mundo.
Para ler a versão digital é só fazer download no link: http://emedata.blogspot.com/.


Imagens da festa:



Matéria de: Felipe Nunes

domingo, 28 de novembro de 2010

Pelo fim das escolas



Por Roger C. Schank, psicólogo e cientista da computação da Universidade Trump. Autor de mais de 20 livros sobre educação, memória, linguagem e inteligência artificial.
"Depois de um desastre natural, os apresentadores dos jornais anunciam com empolgação que as crianças já podem voltar às aulas. Coitadas delas. A minha idéia perigosa é uma que muitas pessoas rejeitam de imediato, sem pensar direito: a escola faz mal para as crianças – as deixam tristes e, como mostram as pesquisas, não ensinam muito.
Quando você ouve crianças falar sobre a escola, descobre o que elas pensam quando estão lá: quais colegas gostam delas, quais não gostam, como aumentar a posição social, fazer o professor tratá-las bem ou ganhar boas notas.
As escolas estão estruturadas hoje da mesma maneira que séculos atrás. Elas são uma má idéia e deveriam deixar de existir da forma como as conhecemos. O governo precisa parar de pensar que sabe o que as crianças têm que saber e desistir de testá-las para ver se regurgitam o que quer que tenha sido ensinado. As escolas precisam ser substituídas por lugares onde a criança possa aprender a fazer o que lhe interessa. Precisamos parar de produzir uma nação estudantes estressados, que agradam ao professor em vez de agradarem a si mesmos. Temos que produzir adultos que amem aprender, não adultos que evitam o aprendizado porque isso os lembra dos horrores da escola. O interesse deve guiar o aprendizado. As crianças não têm que aprender as mesmas coisas. E precisamos criar adultos que possam pensar por si mesmos. Acabem com as escolas. Transformem-nas em apartamentos."

fonte: 

Idéias perigosas

Teorias que, se provadas, podem revolucionar o mundo, mas também trazer prejuízos

Texto Pedro Burgos

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Escola do MST recebe melhor nota do Enem

 
Por Altamiro Borges

Nos últimos dias, a mídia demotucana tem feito um grande alarde contra o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Devido a falhas lamentáveis em algumas provas, ela decidiu transformar o assunto na sua primeira bandeira de oposição ao futuro governo Dilma Rousseff. De quebra, ainda presta um serviço à poderosa indústria do vestibular e às faculdades privadas. O Grupo Folha, dono da gráfica que imprimiu as provas irregulares, é um dos que mais fustiga o Enem.

Com sua cobertura enviesada e manipuladora, a mídia omite fatos curiosos do Enem. Um deles, que ela nunca divulgaria, é que a Escola Semente da Conquista, localizada no assentamento 25 de Maio, em Santa Catarina, foi o destaque do Exame Nacional em 2009, conforme noticiado na página oficial do Enem. Ela ocupou a primeira posição no município, com nota de 505,69.

Semente da Conquista

Nesta escola estudam 112 filhos de assentados, de 14 a 21 anos. Ela é dirigida por militantes do MST e os professores foram indicados pelos próprios assentados do município de Abelardo Luz, cidade com o maior número de famílias assentadas no estado. São 1.418 famílias, morando em 23 assentamentos. A primeira colocação no Enem foi comemorada pelas famílias de sem-terra.

A mídia, porém, nada falou sobre esta vitória. Segundo o sítio do MST, “essa conquista, histórica para uma instituição de ensino do campo, ficou fora da atenção da mídia, como também é pouco reconhecida pelas autoridades políticas de nosso estado. A engrenagem ideológica sustentada pela mídia e pelas elites rejeita todas as formas de protagonismo popular, especialmente quando esses sujeitos demonstram, na prática, que é possível outro modelo de educação”.

“A Escola Semente da Conquista é sinal de luta contra o sistema que nada faz contra os índices de analfabetismo e êxodo rural. Vale destacar que vivemos numa sociedade em que as melhores bibliotecas, cinemas, teatros são para uma pequena elite... Mesmo com todas as dificuldades, a escola foi destaque entre as escolas do município. Este fato não é apenas mérito dos educandos, mas sim da proposta pedagógica do MST, que tem na sua essência a formação de novos homens e mulheres, sujeitos do seu processo histórico em construção e em constante aprendizado”.
 
 
Fonte: http://altamiroborges.blogspot.com/2010/11/escola-do-mst-recebe-melhor-nota-do.html

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Barcamp é usado como estratégia contra a crise por juventude européia.

CrisisCamp é uma rede global de barcamp híbrido / hackathon eventos que reúnem pessoas e comunidades que inovam resposta à crise e no desenvolvimento global através de ferramentas de tecnologia, conhecimento e resolução de problemas. Desde 2009, os voluntários criaram CrisisCamp de resposta a crises e eventos de aprendizagem em mais de 10 países, com voluntários de todas as origens que colaboram em um ambiente aberto à crise global de dados, desenvolver ferramentas de protótipo e treinar as pessoas sobre como usar ferramentas de tecnologia e solução de problemas para ajudar na resposta à crise e ao desenvolvimento global.

CrisisCommons, cargo a partir do movimento CrisisCamp, é um conceito que está sendo explorada para definir como uma abordagem baseada em commons pode dar sustentabilidade a longo prazo para a comunidade CrisisCamp assim como a tecnologia outras comunidades de voluntários e apoio de conhecimento compartilhado, ferramentas colaborativas, desenvolvimento aberto, gerenciamento de projetos e dados para as organizações de resposta a crises no gerenciamento de incidentes e de desenvolvimento global, bem como alavancar as capacidades e as capacidades da academia e do setor privado.

Os fundadores da CrisisCamp parceria no início de 2010 com o Centro Internacional Woodrow Wilson para Acadêmicos sob uma concessão da Fundação Alfred P. Sloan para explorar uma abordagem baseada comuns com a comunidade CrisisCamp assim como a tecnologia outras comunidades de voluntários, a resposta das organizações de crise, a academia e do setor privado. Os resultados deste trabalho estarão disponíveis no www.crisiscommons.org no final de outubro de 2010.

CrisisCommons composto por capítulos locais em todo o mundo. We will have more information soon on how you can start your own chapter. Teremos mais informações em breve sobre como você pode começar o seu próprio capítulo. In the meantime, connect with a local chapter or join our mailing list. Entretanto, o contato com um capítulo local ou se juntar à nossa mailing list.
Some of our current chapters include: Alguns dos nossos actuais capítulos incluem:
 

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

UNID@S E AUTO-ORGANIZAD@S NÓS DAMOS-LHES “A CRISE”!!!


A “CRISE” TEM AS COSTAS LARGAS…!

O dito Plano de Estabilidade e Crescimento (do governo!), foi a forma que ele e os grandes capitalistas encontraram para fazerem, como sempre, o povo pagar as azelhices económicas e políticas deles, a dita “crise”. Até aqui nada de novo!!

Mas a maioria da população, jovens e velhos, com e sem trabalho, nas zonas mais degradadas e bairros sociais, sempre estiveram em “crise”… Porque A CRISE verdadeira é a existência do actual sistema de CAPITALISMO e de ESTADO que, para que governantes, políticos, gestores e patrões continuem a enriquecer, precisa que haja muita miséria e desemprego para pressionar os que ainda trabalham a aceitar as mais miseráveis condições: os SALÁRIOS MAIS BAIXOS DA EUROPA, a pior SEGURANÇA SOCIAL, a criminosa “SEGURANÇA” no trabalho, as longas jornadas de trabalho (às vezes 10, 12 e 14 horas por salários de 2,5 e 3 E. por hora), etc, etc. Nada disto é novidade só que NUNCA ESTEVE TÃO MAU! Perante isto, que fazem os partidos políticos e as direcções dos sindicatos a eles ligados?

Os da “direita”, onde surgem novos chefes “iluminados” a mexer-se nos bastidores , dão graxa ao governo e querem ajudá-lo a fazer os mais pobres pagar e salvar os “coitadinhos” dos gestores dos bancos e respectivas famílias políticas. Os da “esquerda” pretendem ajudar os governantes e os seus amigos capitalistas a evitar uma revolta popular como na Grécia e organizam uns protestozinhos bem-educados e “serenos” para engodar a malta e ir entretendo os que ainda acreditam que eles “representam o povo”... Pretendem com isso, além de vir a ganhar mais uns votinhos, ser os “salvadores da pátria” e da “economia nacional”…

MAS A “ECONOMIA NACIONAL” É DE QUEM?... Durante anos temos visto os gestores das grandes empresas engordar as suas contas, adquirir carros cada vez mais caros, fazer brilhar os seus lindos cartões de crédito, encerrando empresas – da têxtil, no Vale do Ave, por exemplo - e estabelecerem eles os seus próprios ordenados, de dezenas de milhar de euros por mês, à custa da miséria que pagam a quem trabalha… Essa “Economia Nacional”portanto é A DELES e dos políticos corruptos que os protegem. A NOSSA são os baixos salários, a precariedade laboral, as pensões miseráveis, os RSI, os subsídios de desemprego ou as moedas que se podem ganhar a arrumar carros, a vender ou empenhar o que se possa…

O QUE É POSSÍVEL FAZER?... Salvar este sistema de exploração e dominação que reproduz diariamente as desigualdades gritantes e a pobreza da maioria, pôr o seu comando na mão de outros, pretensamente com “um novo rumo” e “outra política” NÃO É SOLUÇÃO ! Se os chefes dos partidos e dos sindicatos que eles controlam quisessem mesmo lutar contra o DESEMPREGO e a EXPLORAÇÃO reclamariam, por exemplo, a semana de trabalho de 30 horas para criar mais postos de trabalho, reclamariam SALÁRIOS EUROPEUS, proporiam e dinamizariam a ocupação das empresas e o controlo da produção pelos próprios trabalhadores em seu próprio benefício– chama-se a isso AUTOGESTÃO. Também estudariam e criariam formas de economia social ( hortas comunitárias, cooperativas de produção, cozinhas populares…) sem espaço para a especulação e enriquecimento de alguns “espertalhões”( gestores, dirigentes, intermediários) à custa da exploração da maioria…- e proporiam e dinamizariam formas de luta capazes de, pelo menos, diminuir a miséria e a degradação social (a que vemos nas ruas e nunca nas televisões!..) : forums populares nas praças e ruas, ocupações de casas vazias, ocupação de grandes espaços comerciais, greves às rendas e aos pagamentos de alguns serviços públicos cada vez mais caros, ocupação das instituições de “apoio social” que não funcionam, distribuição gratuita de artigos de 1ª necessidade - e que permanecem nos grandes armazéns à espera de ser destruídos ou vendidos por preço mais baixo…

SE NÃO FAZEM NADA DISTO é porque são CÚMPLICES com os MISERÁVEIS VAMPIROS -que governam e gerem a tal “economia nacional” (deles!) e que “comem tudo e não deixam nada”!

JÁ BASTA! NÃO NOS FIEMOS NOS QUE SÓ NOS QUEREM CAÇAR O VOTO PARA COMEREM À MESA DOS RICOS E PODEROSOS!

Criemos SINDICATOS REVOLUCIONÁRIOS e ASSEMBLEIAS AUTÓNOMAS DE TRABALHADORES, DE DESEMPREGADOS E DE MORADORES! USEMOS A ARMA DA ACÇÃO DIRECTA POPULAR!

UNID@S E AUTO-ORGANIZAD@S NÓS DAMOS-LHES “A CRISE”!!!

“A LIBERTAÇÃO D@S TRABALHADORAS/ES SÓ PODE SER OBRA D@S PRÓPRI@S”

AIT-SP (Associação Internacional d@s Trabalhadoras/es - Secção Portuguesa) - Núcleo Porto

PORTO, JUNHO de 2010

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