segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Barcamp é usado como estratégia contra a crise por juventude européia.

CrisisCamp é uma rede global de barcamp híbrido / hackathon eventos que reúnem pessoas e comunidades que inovam resposta à crise e no desenvolvimento global através de ferramentas de tecnologia, conhecimento e resolução de problemas. Desde 2009, os voluntários criaram CrisisCamp de resposta a crises e eventos de aprendizagem em mais de 10 países, com voluntários de todas as origens que colaboram em um ambiente aberto à crise global de dados, desenvolver ferramentas de protótipo e treinar as pessoas sobre como usar ferramentas de tecnologia e solução de problemas para ajudar na resposta à crise e ao desenvolvimento global.

CrisisCommons, cargo a partir do movimento CrisisCamp, é um conceito que está sendo explorada para definir como uma abordagem baseada em commons pode dar sustentabilidade a longo prazo para a comunidade CrisisCamp assim como a tecnologia outras comunidades de voluntários e apoio de conhecimento compartilhado, ferramentas colaborativas, desenvolvimento aberto, gerenciamento de projetos e dados para as organizações de resposta a crises no gerenciamento de incidentes e de desenvolvimento global, bem como alavancar as capacidades e as capacidades da academia e do setor privado.

Os fundadores da CrisisCamp parceria no início de 2010 com o Centro Internacional Woodrow Wilson para Acadêmicos sob uma concessão da Fundação Alfred P. Sloan para explorar uma abordagem baseada comuns com a comunidade CrisisCamp assim como a tecnologia outras comunidades de voluntários, a resposta das organizações de crise, a academia e do setor privado. Os resultados deste trabalho estarão disponíveis no www.crisiscommons.org no final de outubro de 2010.

CrisisCommons composto por capítulos locais em todo o mundo. We will have more information soon on how you can start your own chapter. Teremos mais informações em breve sobre como você pode começar o seu próprio capítulo. In the meantime, connect with a local chapter or join our mailing list. Entretanto, o contato com um capítulo local ou se juntar à nossa mailing list.
Some of our current chapters include: Alguns dos nossos actuais capítulos incluem:
 

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

UNID@S E AUTO-ORGANIZAD@S NÓS DAMOS-LHES “A CRISE”!!!


A “CRISE” TEM AS COSTAS LARGAS…!

O dito Plano de Estabilidade e Crescimento (do governo!), foi a forma que ele e os grandes capitalistas encontraram para fazerem, como sempre, o povo pagar as azelhices económicas e políticas deles, a dita “crise”. Até aqui nada de novo!!

Mas a maioria da população, jovens e velhos, com e sem trabalho, nas zonas mais degradadas e bairros sociais, sempre estiveram em “crise”… Porque A CRISE verdadeira é a existência do actual sistema de CAPITALISMO e de ESTADO que, para que governantes, políticos, gestores e patrões continuem a enriquecer, precisa que haja muita miséria e desemprego para pressionar os que ainda trabalham a aceitar as mais miseráveis condições: os SALÁRIOS MAIS BAIXOS DA EUROPA, a pior SEGURANÇA SOCIAL, a criminosa “SEGURANÇA” no trabalho, as longas jornadas de trabalho (às vezes 10, 12 e 14 horas por salários de 2,5 e 3 E. por hora), etc, etc. Nada disto é novidade só que NUNCA ESTEVE TÃO MAU! Perante isto, que fazem os partidos políticos e as direcções dos sindicatos a eles ligados?

Os da “direita”, onde surgem novos chefes “iluminados” a mexer-se nos bastidores , dão graxa ao governo e querem ajudá-lo a fazer os mais pobres pagar e salvar os “coitadinhos” dos gestores dos bancos e respectivas famílias políticas. Os da “esquerda” pretendem ajudar os governantes e os seus amigos capitalistas a evitar uma revolta popular como na Grécia e organizam uns protestozinhos bem-educados e “serenos” para engodar a malta e ir entretendo os que ainda acreditam que eles “representam o povo”... Pretendem com isso, além de vir a ganhar mais uns votinhos, ser os “salvadores da pátria” e da “economia nacional”…

MAS A “ECONOMIA NACIONAL” É DE QUEM?... Durante anos temos visto os gestores das grandes empresas engordar as suas contas, adquirir carros cada vez mais caros, fazer brilhar os seus lindos cartões de crédito, encerrando empresas – da têxtil, no Vale do Ave, por exemplo - e estabelecerem eles os seus próprios ordenados, de dezenas de milhar de euros por mês, à custa da miséria que pagam a quem trabalha… Essa “Economia Nacional”portanto é A DELES e dos políticos corruptos que os protegem. A NOSSA são os baixos salários, a precariedade laboral, as pensões miseráveis, os RSI, os subsídios de desemprego ou as moedas que se podem ganhar a arrumar carros, a vender ou empenhar o que se possa…

O QUE É POSSÍVEL FAZER?... Salvar este sistema de exploração e dominação que reproduz diariamente as desigualdades gritantes e a pobreza da maioria, pôr o seu comando na mão de outros, pretensamente com “um novo rumo” e “outra política” NÃO É SOLUÇÃO ! Se os chefes dos partidos e dos sindicatos que eles controlam quisessem mesmo lutar contra o DESEMPREGO e a EXPLORAÇÃO reclamariam, por exemplo, a semana de trabalho de 30 horas para criar mais postos de trabalho, reclamariam SALÁRIOS EUROPEUS, proporiam e dinamizariam a ocupação das empresas e o controlo da produção pelos próprios trabalhadores em seu próprio benefício– chama-se a isso AUTOGESTÃO. Também estudariam e criariam formas de economia social ( hortas comunitárias, cooperativas de produção, cozinhas populares…) sem espaço para a especulação e enriquecimento de alguns “espertalhões”( gestores, dirigentes, intermediários) à custa da exploração da maioria…- e proporiam e dinamizariam formas de luta capazes de, pelo menos, diminuir a miséria e a degradação social (a que vemos nas ruas e nunca nas televisões!..) : forums populares nas praças e ruas, ocupações de casas vazias, ocupação de grandes espaços comerciais, greves às rendas e aos pagamentos de alguns serviços públicos cada vez mais caros, ocupação das instituições de “apoio social” que não funcionam, distribuição gratuita de artigos de 1ª necessidade - e que permanecem nos grandes armazéns à espera de ser destruídos ou vendidos por preço mais baixo…

SE NÃO FAZEM NADA DISTO é porque são CÚMPLICES com os MISERÁVEIS VAMPIROS -que governam e gerem a tal “economia nacional” (deles!) e que “comem tudo e não deixam nada”!

JÁ BASTA! NÃO NOS FIEMOS NOS QUE SÓ NOS QUEREM CAÇAR O VOTO PARA COMEREM À MESA DOS RICOS E PODEROSOS!

Criemos SINDICATOS REVOLUCIONÁRIOS e ASSEMBLEIAS AUTÓNOMAS DE TRABALHADORES, DE DESEMPREGADOS E DE MORADORES! USEMOS A ARMA DA ACÇÃO DIRECTA POPULAR!

UNID@S E AUTO-ORGANIZAD@S NÓS DAMOS-LHES “A CRISE”!!!

“A LIBERTAÇÃO D@S TRABALHADORAS/ES SÓ PODE SER OBRA D@S PRÓPRI@S”

AIT-SP (Associação Internacional d@s Trabalhadoras/es - Secção Portuguesa) - Núcleo Porto

PORTO, JUNHO de 2010

terça-feira, 12 de outubro de 2010

A Fotografia como tecnologia social é tema dos SEM TERRINHAS

12.10.10
Dia da Criança
...::::Leonardo Melgarejo:::...:::agência celeuma imagem:::....



O Dia da Criança de 2010 começou cedo, logo às 5h40 da matina já estávamos no alto do Morro Santa Tereza curtindo o sol despontar. Iluminando aos poucos as flores que surgiram com a primavera nos campos altos de Porto Alegre.
Sem Terrinhas e
os Sem Morrinhos

Havia poucas horas para deixar pronta a estrutura planejada para a recepção dos centenas de Sem Terrinha que visitariam as vielas do Morro, nesta data querida, para conhecer seu companheirinhos da cidade, que compartilham mobilizações e lutas por direitos tão óbvios, mas quase sempre desprezados.


...::::Fotos Eduardo Seidl:::...:::agência celeuma imagem:::....











O Morro Santa Tereza foi escolhido para esta visita por ser objeto de um destacado capítulo da história do estado neste ano. Este governo que finda, tentou vendê-lo, mas as milhares de famílias que ali vivem não deixaram, protagonizando um lindo exemplo de coletivismo, solidariedade e autonomia comunitária. Defenderam suas histórias de vida com força de gigantes.
Gigantes? Bueno. A relíquia desta área, a vista privilegiada que envolve o Guaíba, ilhas, os morros do sul da cidade, centro da capital com os tradicionais contornos do Gasômetro, Centro Administrativo, Catedral, é a principal riqueza especulada pelas construtoras.
Sendo assim, após algumas conversas com o Movimento, decidimos que seria uma boa ocasião de construir uma câmera fotográfica gigante. Para mostrar aos pequenos visitantes e marcar aos locais o valor desta vista de forma impactante. Uma câmera do tamanho da importância pessoas.









Esta pinhole gigante também tem a função didática de iniciar esta criançada no envolvimento com a fotografia. Ferramenta fundamental para atores de lutas importantíssimas para o país. A fotografia como marco de memória para estas gerações.
A câmera pinhole consiste em uma câmara escura, dotada de um orifício em uma das faces, que permite que os raios de luz entrem e se projetem na face oposta, mostrando o ambiente externo desta câmara.
Alguns perguntavam: - Por que a imagem está de cabeça para baixo? A luz só se propaga em linha reta, não faz curva. Sendo assim, o raio de luz que vem do céu, passa pelo orifício e marca a parte inferior do painel. O raio de luz que sai do chão, próximo a camera, passa pelo orifício no centro da face desta "caixa" marcando a parte superior do painel.
Outros se atravessavam: - Onde está o filme fotográfico? Esta é uma segunda fase. A fotografia acontece simplesmente com este simples mecanismo. O filme ou outra superfície sensível serve para perpetuar aquele fenômeno físico da luz. É um complemento, para podermos admirar a fotografia fora da câmara escura.






O encontro dos Sem Terrinhas com os Sem Morrinhos encerrou com uma caminhada descendo a Vila Ecológica, em direção aos ônibus, que os levariam a continuidade da programação. Amanhã tem mais. O centro de Porto Alegre estará tomado, todos escutarão os gritos de bravura destes pequenos gigantes.

mandado publicar por aGÊNcia ceLEUma imAGEm as 05:58 pm
permita-nos saber o que pensa  

Fotografia Sem Terrinha

...::::Leonardo Melgarejo:::...:::agência celeuma imagem:::....

Leonardo Melgarejo, fotógrafo de longa data das atividades dos Sem Terrinha, entre outras mobilizações do Movimento, envia imagens fantásticas da manhã desta terça-feira, que não podiam ficar de fora. Melgarejo esteve desde o início da caminhada do Dia das Crianças no Morro Santa Tereza. Olhar exclusivo de detalhes da gurizada, trejeitos e cenas típicas. Coisa de quem tem afinidade.















...::::Leonardo Melgarejo:::...:::agência celeuma imagem:::....



segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Jornalismo em Quadrinhos: entretenimento ou profundidade?


20h30 | Auditório do Goethe


Mesa-redonda "Jornalismo em Quadrinhos: entretenimento ou profundidade?”

Ementa: debate sobre o Jornalismo em Quadrinhos ser uma maneira de amenizar temas difíceis, tornando-os digeríveis para o leitor, ou, ao contrário, uma nova forma de reportagem em profundidade.
Debatedores: Felipe Muanis e Gilmar Rodrigues
Mediação: Aristides Dutra
Haverá também transmissão via web no blog
www.cabruuum.blogspot.com e cobertura no twitter @EIJQ.
mais informações: http://www.goethe.de/ins/br/poa/ver/pt6596308v.htm

domingo, 10 de outubro de 2010

Livro Rádio Pipa para download


Sala de leitura na Kombi EME




Durante a segunda semana do projeto Realidade Diminuida foi produzido um livro com o jogo de RPG: Comunativo, desenvolvido pela Editora Educadora Ecoaecoa. No jogo uma trama comunitária é criada apartir de uma maquete produzida com materiais reciclados representando os cenários da história. No jogo todos os personagens são reais e suas atividades são projeções de futuro onde crianças se vêem como agentes transformadores da realidade local. Muitas histórias já foram produzidas com esse jogo, sempre desenvolvido com crianças e jovens em situação de periferia cultural. Nessa versão um hiper-mapa foi produzido no FIC - Fronteiras Imaginárias Culturais - Projeto de mapeamento cultural do coletivo I-Motirõ: http://fic.imotiro.org
leia sobre a licença clique aqui
Esta obra é livre. S 
 Mail da Editora Educadora Ecoaecoa:
 ecoaecoa@gmail.com a  versão impressa pode ser encomendada apartir de dezembro: estará a venda para possibilitar a continuidade desse trabalho com as crinaças da comunidade Esqueleto  A cada 10 cópias vendidas + 20 cópias serão entregues as crianças do Jardim Gramacho para serem distribuídas ou vendidas por elas mesmas. O livro Rádio Pipa impresso custa R$ 5,00 e pode ser encomendada apartir de dezembro pelo mail da Editora Ecoaecoa
foto por Tainá Vital


O RPG Comunativo foi criado pela editora Ecoaecoa para produzir literatura comunitárias com crianças e jovens em situação de periferia cultural. Muitas histórias já foram criadas, desde 2006, em escolas e universidades públicas, Pontos de Cultura, Ocupações, Quilombos e em comunidades que geram renda a partir de reciclagem de lixo urbano.  Essas histórias sempre se baseiam na realidade local mas projetam um futuro transformado pelos personagens que também sempre são reais e formam a série RPG Comunativo da Editora Ecoaecoa que estará sendo publicada e distribuída também pelos personagens em suas comunidades como uma forma criativa e educativa de gerar renda.

A Editora Educadora Ecoaecoa é uma proposta de empreendimento Ecosófico (3 ecologias: social, pessoal e ambiental somadas a sabedoria da colaboração) que oferece o curso de produção literária com Metareciclagem, documentação e publicação/editoração livre. O nosso objetivo como Editora Libertária é ecoar a economia criativa e solidária, a educação popular e pedagogia hacker além da sabedoria e a arte popular para que qualquer pessoa possa usar sua própria linguagem no diálogo cultural / político / econômico.

Mais informações entre em contato no mail abaixo:


                             Ecoaecoa
                           Editora Educadora


ECOAECOAECOAECOAECOAECOAE...

 ecoaecoa@gmail.com 


Mais informações acesse EME >> http://emedata.blogspot.com

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Primeira feira do livro ANARQUISTA de POA

Primeira feira do livro ANARQUISTA de POA

Porto Alegre agora é mais uma cidade Brasileira a realizar uma feira do livro ANARQUISTA.
Grupos como a editora Deriva, Antena Negra, editora Ecoaecoa entre outros coletivos, estarão participando de alguma forma da feira, fortalecendo e ecoando sempre ações de liberdade, lutando contra qualquer forma de autoridade, com a cooperação e solidariedade que são nossas maiores defesas contra o poder coercitivo do Estado e do Capital.

Dessa forma, acreditando que,"a luta não se delega aos heróis", e sim aqueles que fazem dela sua vida, dia 6 e 7 de novembro poa será palco desse belo espetáculo social que se anuncia, onde toda a sociedade esta convidada para aparecer e conhecer um pouco mais sobre esse rico universo, tão distorcido e tido por muitos como utopia.




Saiba mais sobre a Editora Deriva
e um relato sobre a feira aqui


Felipe F Nunes
Editora Educadora Ecoaecoa
publicado em: http://softwarelivre.org/felipefnunes/blog e
no Blog Livre da Cultura Digital Sul: http://culturadigitalsul.blogspot.com/

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

SPAMCAMENTO DE LEVANTE VIRTUAL

Nossa mas que cambada %)
eu tb sou desse partido JUSTIFICA
Uma pergunta pro Tiririca:
Como se consegue uma administração transparente para a verba pública?
Isso é o mínino necessário para se falar em cidadania não?
Imagini a questão das metodologias de consenso para o uso dessa grana...
Uma pergunta pra nós moscada
Que mãos anda o Orçamento Participativo em PoA?
Como reciclar todas essas caras de lixo da política depois da festa com o dinheiro que deixou de ser pago a muitos artistas e educadores no país...
Cultura se resume a patrocinio de campanha?

Essas perguntas são muito abstradas para ESTAMIRA
O concreto é o trocadílu...
falando do própriotário de guerra
e nós moscada
nos encontramos hj na praça atrás da igreja onde era o cinema
pra saber o preço da hipotética campanha eleitoral brasileira

Quem vigia o vigilânte do banco?
que deixou entrar o ladrão
invente logo uma porta giratória ao invéz de urna eletrônica
com as câmeras de castigo
apreendão esta mira
de vazamento da cidadania

}{enquanto andar por ai
achando no chão

o dinheiro que nem caiu
do bolso do educador
o voto será roubado
junto com o chão, o pão
a cidade, a casa, a escola,
e a FRUTEIRA da Praça

p/ Cambada - entrevista do candidato artista/popular



Segue a entrevista do herói de tod@s nós, tiririca:



Folha - Por que você decidiu se candidatar?
Tiririca - Eu recebi o convite há um ano. Conversei com minha mãe, ela me aconselhou a entrar porque daria pra ajudar as pessoas mais necessitadas. Eu tô entrando de cabeça.
De quem veio o convite?
Do PR.
Como foi?
Por eu ser um cara popular, eles acreditaram muito, como eu também acredito, que tá certo, eu vou ser eleito.
Sabe o que o PR propõe, como se situa na política?
Cara, com sinceridade, ainda não me liguei nisso aí, não. O meu foco é nessa coisa da candidatura, e de correr atrás. E caso vindo a ser eleito, aí a gente vai ver.
Quais são as suas principais propostas?
Como eu sou cara que vem de baixo, e graças a Deus consegui espaço, eu tô trabalhando pelos nordestinos, pelas crianças e pelos desfavorecidos.
Mas tem algum projeto concreto que você queira levar para a Câmara?
De cabeça, assim, não dá pra falar. Mas como tem uma equipe trabalhando por trás, a gente tem os projetos que tão elaborados, tá tudo beleza. Eu quero ajudar muito o lance dos nordestinos.
O que você poderia fazer pelos nordestinos?
Acabar com a discriminação, que é muito grande. Eu sei que o lance da constituição civil, lei trabalhista... A gente tem uma porrada de coisa que... de cabeça assim é complicado pra te falar. Mas tá tudo no papel, e tá beleza. Tenho certeza de que vai dar certo.
Quem financia a sua campanha?
Então... o partido entrou com essa ajuda aí... e eu achei legal.
Você tem ideia de quanto custa a campanha?
Cara, não tá sendo barata.
Mas você não tem ideia?
Não tenho ideia, não.
Na propaganda eleitoral você diz que não sabe o que faz um deputado. É verdade ou é piada?
Como é o Tiririca, é uma piada, né, cara? 'Também não sei, mas vote em mim que eu vou dizer'. Tipo assim. Eu fiz mais na piada, mais no coisa... porque é esse lance mesmo do Tiririca.
Mas o Francisco sabe o que faz um deputado?
Com certeza, bicho. Entrei nessa, estudei para esse lance, conversei muito com a minha mãe. Eu sei que elabora as leis e faz vários projetos acontecer, né?
O que você conhece sobre a atividade de deputado?
Pra te falar a verdade, não conheço nada. Mas tando lá vou passar a conhecer.
Até agora você não sabe nada sobre a Câmara?
Não, nada.
Quem são os seus assessores?
Nós estamos com, com, com.... a Daniele.... Daniela. Ela faz parte da assessoria, junto com.... Maionese, né? Carla... É uma equipe grande pra caramba.
Mas quem te assessora na parte legislativa?
É pessoal do Manieri.
Quem é o Manieri?
É... A, a, a.... a Dani é que pode te explicar direitinho. Ela que trabalha com ele. Pode te explicar o que é.
Por que seu slogan é 'pior que tá, não fica?
Eu acho que pior que tá, não vai ficar. Não tem condições. Vamos ver se, com os artistas entrando, vai dar uma mudança. Se Deus quiser, pra melhor.
Esse slogan é um deboche, uma piada?
Não. É a realidade. Pior do que tá não fica.
Você pretende se vestir de Tiririca na Câmara?
Não, de maneira alguma.
Quem é o seu espelho na política?
Pra te falar a verdade, não tenho. Respeito muito o Lula pelo que ele fez pelo nosso país. Ele pegou o país arrasado e melhorou pra caramba.
Fora ele...
Quem ele indicar, eu acredito muito. Vai continuar o trabalho que ele deixou aí.
Então você vota na Dilma.
Com certeza. A gente vai apoiar a Dilma. Ele tá apoiando e a gente vai nessa.
Não teme ser tratado com deboche?
Não, cara. Não temo nada disso. Tô entrando de cabeça, de coração. Tô querendo fazer alguma coisa. Mesmo porque eu sou bem resolvido na minha profissão. Tenho um contrato de quatro anos com a Record. Tenho minha vida feita, graças a Deus. Tem gente que não aceita, mas a rejeição é muito pouca.
Se for eleito, vai continuar na TV?
Com certeza, é o meu trabalho. Vou conciliar os dois empregos.
Em quem votou para deputado na última eleição?
Pra te falar a verdade, eu nunca votei. Sempre justifiquei meu voto.



Abraço
Rafael

domingo, 25 de julho de 2010

fisl 2010.png

Compilando o kernel da alma, na reunião dos estúdios livres com TC da Casa de Cultura Taina, fazendo amizade com o Carlez Lopez  DJ do projeto reactable, testanado meu castelhano com os Uruguaios e Paraguaios, tradutores do Mozilla para o guarani, língua indígena, trocando ideia com o Dino de Joinville, fazendo a mimosa rodar alegremente por Porto Alegre (coloca as fotos ai Alissa), conhecendo o casarinho e o Paulinho, com o resguardo da lelex conhecendo porto alegre de verdade, são tantas coisas interessantes e tantos rencontros e amigos novos que me fez descobrir no fisl 11 uma nova porto alegre.
Este ano o que mais me chamou a atenção foi o software navalha do glerm feito com pd (pure data), veja  em navalha.devolts.org/, e totalmente documentado, vou começar a usar tanto o software quanto o pd.

Além disso foi massa encontrar uma apresentaçao do reactable no fisl um projeto multi toque de um projeto do music group da Pompeu Fabra de barcelona e conhecer o Carles Lopez um catalão muito gente boa.

E linkar o multi toque na gringa com os jovens de Joinville, principalmente o Dino com a mesa multi toque, que me apresentou os softwares tuio e processing. Que estão me permitindo me aproximar deste área que me intereço bastante.

Pode crer galera que em breve a gente vai se ver. Seja no submedialogia ou em alguma viagem para Curitiba, para barcelona, ou Joinville.

E o barcamp me deixa saudades e com certeza uma ideia de fazer mais barcamps em outros espaços, e falando em espaço estamos pensando na transferencia do blog para o batemacumba.net ou seja em breve mais um espaço novo e novas ideias para incorporar.



Agora deem uma olhada nas imagens que eu e a Alissa produzimos durante o evento. Inclusive isso continua logo vamos fazer mais colagens e svg`s.


maurílio

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Diálogo do Barcamp de Educação Popular no fisl 11:

Temas insurgentes no barcamp:

 -  A fotografia como tecnologia social.
 - A história não está mais só nos livros didáticos, está na internet e nos nossos blogs.
 -  Ferramentas e suas esferas de liberdade.

Participantes do Barcamp
[Por que se está usando blogspot uma ferramenta que não libera o código e se apropriada de conteúdos públicos?]
O único motivo é a liberdade de postagem livre (sem senha) feita por mail.
Quando essa função for encontrada num projeto livre vamos migrar o barcampartelivre




Se o uso de tecnologias não é uma necessidade pode virar consumo pelo consumo 
uso guiado por demandas atinguem que esferas de liberdade?

A educação é direcionada apartir de demandas

Na educação formal as demandas são muito artificiais. Na educação popular não podemos ser radicais com os ideiais se impedir a realização da demanda.

A demanda na educação popular é subjetiva, pessoal, coletiva, real opcional e ligada a vida do educando.

A demanda da educação formal é a prova do vestibular ou a não repetencia ou ainda a formação de operários para o mercado.

A web é um espaço de educação. Que demandas guiam o uso da web hj?

Fomos acustumados a não atuar, não aprendemos a ser cidadãos. 

Cidadania hj é um conceito em revolução.


O uso dos espaços deve ser coletivo e não ficar na mão de um engenheiro ou um tech por exemplo, precisamos de espaços públicos na web pensados e geridos horizontalmente.


Esse blog do barcamp se propõe como um espaço público.


A liberdade da comunicação sem burocracia como estímulo a colaboração, o diálogo construtivo e a participação web-cidadã. Isso também democratiza a construção da história.


A tecnologia em si não é o centro da questão, antes as pessoas, a vida e a cidadania.




Tecnologia X Contexto

Tecnologia massificadora
o telecentro massifica a inclusão digital
Como alternativa pensar uma reciclagem dos conceitos: "apropriação tecnológica" e "inclusão digital":

Pró-Apreciação comunitária de tecnologia social


Tudo se resume em ganhar dinheiro?

Educação tem que ser massificadora?
Educação x Educação Popular
Qual a diferença?
O sujeito na escola não é ouvido!
Educação popular é diálogo construtivo como metodologia.
Na web o diálogo se dá como pergunta e resposta multimídia: o mixload
Upload/download
Mixload = diálogo


Este texto do Barcamp foi construido colaborativamente em tempo real

Nas escolas pode-se ter um laboratório com alta tecnologia mas isso não quer dizer muito se não tiver uma dinâmica do uso desse laboratório.
Nas escolas públicas é inviável centrar a educação no uso do laboratório ou na cópia e memorização de conteúdos do vestibular.
Conteúdo e metodologias precisam ser revistos na educação formal...
É interessante pensar a relação das mídias como fotografia, ou recorte de palavras com os conteúdos e metodologias ao invés do acesso livre ou engessado no computador de telecentro como inclusão digital.


Para os recortes de palavras/tags para o jogo Dada Outra Poesia escolhidas pelos/as participantes foram usadas revistas entregues no próprio evento (fisl 11)

Sempre vamos precisar falar em ganhar dinheiro
Mas a forma de ganhar dinheiro é uma questão
A colaboração é uma prática que pode desenvolver a compreensão de sustentabilidade coletiva



Recorte do jogo Dada Outra Poesia:

QUEM TE CALAS?

Quem cala o professor?







As vezes o estudante sabe mais que o professor, é muito dificil o professor escutar o estudante ou outro professor.
Como se dá a troca ensino/aprendizagem hoje?


O fisl é um mega evento,
Legal fazermos eventos locais pra desenvolvermos melhor as questões de educação.
Criar pequenas comunidades que abordem demandas e se comunicam por ações interdisciplinares.

O MinC agitou um pouco o lado da educação popular fomentando a cultura livre.
A produção multimídia como ação de fortalecimento da base.
Construção da história da base pela base.
Resgate da ética pela promoção da filosofia do Movimento Software Livre.
Os grios reconhecidos em todo o Brasil são uma escola popular em movimento.
O que está sendo feito é de extrema beleza no Brasil nessa área na cultura digital. Cultura digital é um movimento popular brasileiro de fato.

Existe na Bahia um ponto formado por uma banda que usou sua própria casa como extrutura.

Vânia Pierozan Educadora do curso de Web Arte do Brava Gente
Movimento Software Livre é um movimento social
O curso de web arte no Brava Gente não é só técnico
O fim não é só o produto mas o processo
Educação na prática é muito complexo por que é uma questão de poder.



Implementador GESAC conta que quando tem férias vai até o ponto para fazer oficinas pois durante o ano não tem instrutor.
O ponto faz fila no telecentro pois conta com apenas 5 computadores.
"Faço um curso de Mídias digitais na PUC e na própria universidade não contamos com o acesso a internet."

Isso é uma questão de poder
Por que nos preocupamos com o analfabetismo, a acessibilidade, com a inclusão digital e a má distribuição de renda no país?
Nós nos preocupamos com o analfabeto, por que?
Quem não tem fala e quem não escreve tem uma desvantagem.
Quem não fala, não escreve, se comunica de outra forma.
Pois quem tem acesso a esse espaço que é a internet tem um poder que o primeiro não tem.
A escrita é uma ferramenta de poder, um computador conectado é uma ferramenta de poder.





São muitas esferas de poder e muitas esferas da desvantagem de poder. Com qual nos preocupamos, e como agimos em relação a essas desvantagens?
Quem não é cego, surdo, pobre, analfabeto se relaciona e se adapta a sociedade de forma mais confortável.
A ideologia do consumo pelo consumo é uma estrutura de opressão e a publicidade um aparato central de manipulação.
Precisamos reciclar esse espaço da publicidade como o espaço público, de comunicação comunitária e cidadã. Ocupar o espaço público que foi publicizado pela industria.
Quem fala mais alto?
O CONSUMO OU A CIDADANIA?
QUAL É O ESPAÇO DA CIDADANIA?
Ainda não temos autonomia de ignorar a propaganda mas precisamos utilizar esses espaços para promover cidadania.

Mimosa do Pontinho Curiosa´Idade presente no Barcamp da Educação Popular

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Comecei uma pós em EAD e desisti pois tinha que usar windows pois EAD da faculdade só funcionava no internet explorer.
Os professores das escolas publicas de Ivoti estão usando softwares livres com sucesso
Depois que migramos não temos mais virus
Atualização é mais rápida
Os estudantes tem autonomia de escolher a distribuição que preferem usar...





Ouve alguma mudança nos conteúdos das aulas depois da migração para SL?
O uso de softwares livres muda o conteúdo das aulas que utlizam ferramestas digitais?


A tecnologia em si não é educativa, então a forma como a tecnologia é usada é mais importante.
Metodogias de uso das tecnologias
Que programas estão tratando as maneiras de uso das tecnologias disponíveis?

IDEIA é um projeto de educação transformadora
Gama do projeto Puraquê em Santarem/PA, implementador GESAC.

"Oi, sou Gama baseado no Pará.
Faço parte de um coletivo que chama Puraquê
Em Santarem tivemos um desafio de fazer funcionar algumas máquinas com um grupo que se tornou vários grupos e outros laboratórios;
Nessa história começamos a gerar uma série de atividades ligadas a cultura digital que falam sobre a questão do Negro, respeito ao próximo, colaboração, a sabedoria dos grios. A história do bairro é um assunto trabalhado nesses espaços.
Nossas escolas não proporcionam questionamentos e reflexões ligados a realidade.

Ecologia virtual é um nicho complexo.
Os valores direcionam o uso da tecnologia, então isso vem antes da tecnologia em si.

O Ministério da Cultura conseguiu promover o uso de ferramentas livres muito mais que o Ministério da Educação.

Mas e o pensamento, culturalmente é livre?
A filosofia do software livre tras uma questão de ética para a educação.
As questões éticas foram excluidas dos espaços públicos.
Leitura do Poema coletivo construído como dinâmica Dada Outra Poesia proposta no encontro:

Circuito Cultural

Brasil
Caminhos
que eu direi
expressão
o viral
Atua cultura?
Ainda não me conhece?
Pra que(m)
Fugir de casa?



outra poesia recombinando as palavras :




Quem te Cala ainda não me conhece? 
Diga-me quem tu és
Presença BRASIL 
é Permitido Permitir
O VIRAL
circuito cultural?

expressão
Pra que(m) fugir de casa?
caminhos que eu direi:

ATUA Cultura!




Comentário sobre a dinâmica Dada Outra Poesia:

"Esses 2 poemas que construímos juntos não têm dono
Isto é uma construção livre de ideias.
Nossa voz somada poeticamente
Um levante de palavras que foram re-combinadas para pensarmos os mesmos conceitos de outra forma.
Essa dinâmica representa o objetivo desse Barcamp sobre educação popular, tecnologia social, software livre e cultura digital."
Temos esse texto e esses poemas como resultado, produto, documentação e parte de um
processo que não termina.
Continuemos desenvolvendo essas ideias junt@s!



Conclusões do diálogo:

- Realmente o afeto é importante
- Ouvir o outro é necessário!
- O diálogo é uma tecnologia social 
- Vamos reciclar o espaço da publicidade como um espaço de comunicação cidadã.


Fotografias por: Elisa Gottfried
Texto coletivo publicado por Ecoaecoa Editora Educadora

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